Seu filho não precisa saber explicar o que sente para ser ouvido.Psicóloga infantil em Maracanaú - CE · Presencial e online · A partir de 4 anos

Criança nem sempre tem palavras para o que sente — e isso costuma aparecer no corpo, no sono, na escola ou no comportamento. A psicoterapia infantil oferece um espaço onde ela pode se expressar do jeito dela, no tempo dela, sem ser corrigida.

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CRP 11/25424 · Psicóloga Clínica
Gisele Queiroz, psicóloga infantil em Maracanaú

Quando procurar uma psicóloga infantil

  • Mudanças no sono, no apetite ou em hábitos que já estavam estabelecidos
  • Irritabilidade, choro frequente ou explosões que parecem desproporcionais
  • Dificuldade de se separar dos pais ou medo excessivo de situações novas
  • Queixas da escola sobre comportamento, concentração ou relação com colegas
  • Retraimento: a criança fala pouco, se isola ou evita brincar
  • Dores de barriga ou de cabeça frequentes, sem causa médica identificada
  • Chegada de um irmão, mudança de cidade, separação dos pais ou luto na família

Reconhecer um desses sinais não significa que há algo errado com seu filho. Significa que ele pode estar precisando de um espaço para elaborar o que está vivendo.

Como funciona o atendimento infantil

  1. 01

    Conversa inicial com os responsáveis

    O primeiro contato é com você, sem a criança presente. Conversamos sobre o que preocupa, a história dela e o que vocês esperam do processo.

  2. 02

    Encontros com a criança

    As sessões acontecem no ritmo dela. Brincar, desenhar e criar histórias são formas legítimas de expressar o que ainda não cabe em palavras.

  3. 03

    Orientação aos pais

    Sempre que houver necessidade, marcamos um encontro com os responsáveis para alinhar o que está sendo trabalhado e pensar juntos o dia a dia em casa. Você também pode pedir essa conversa quando sentir que é hora.

  4. 04

    Acompanhamento contínuo

    O processo é revisto junto com vocês, sem prazo fixo. Cada criança tem seu tempo, e ele é respeitado.

Uma escuta que não corrige

Trabalho com a Abordagem Centrada na Pessoa, que parte de uma ideia simples e exigente: a criança não precisa ser consertada. Ela precisa ser ouvida de verdade, por alguém que não esteja tentando fazê-la ser de outro jeito.

Na prática, isso significa que não chego com um roteiro do que a criança deveria sentir ou fazer. Acompanho o que ela traz, do jeito que ela traz, e confio que existe nela um movimento próprio de crescimento — meu papel é criar as condições para que ele aconteça.

Os pais fazem parte desse processo. Não como quem é avaliado, mas como quem conhece a criança melhor do que ninguém e vive com ela todos os dias.

Perguntas frequentes

Se algo no comportamento do seu filho está te preocupando, vale conversar.

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